Lançando seu segundo trabalho pela Vertical, Os Tiranos consolidam sua carreira de música gaúcha autêntica e campeira. Com fortes traços serranos (sua base é São Francisco de Paula/RS), o grupo é parte de um seleto clube que tem a fórmula para se manter vivo e ativo num mercado que tende à descartabilidade.
E os ingredientes são um vocal de alta qualidade e arranjos poderosos que tem pegada sem perder a veia tradicional. Tudo pra animar com maestria os bailes gaúchos do sul! Vale destacar “Namoro de Gato” e “Rio Grande Véio”.
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De Caxias do Sul é este grupo muito fandangueiro que estréia no mercado fonográfico. Liderado pelo gaiteiro Diego Buchebuam, esta gurizada já se apresenta com o diferencial de compor boa parte de suas canções, o que mostra que tem potencial para crescer e se firmar no cenário da música gaúcha. Ao lado de homenagens como “Vou Deixar Saudade” (dos Irmãos Bertussi) e “Morena Faceira” (de Leonir, ex-Os Milongueiros), há boas composições do grupo, como “Surungo Campeiro”, “Tranco Serrano” e “O Tropeiro”.
Após 5 anos de trabalho, o grupo catarinense Floreio Nativo realiza seu grande sonho, lançando seu primeiro álbum, intitulado Investida.
O Querência é um grupo que mantém viva a tradição da música gaúcha e incorpora, gradualmente, influências contemporâneas ao seu repertório fonográfico e também de bailes.



