Categoria:  Bandas de Axé

Conheça a Banda Carioca Creme de Papaya

Publicado dia 11 Fevereiro, 2011 0 Bandas de Axé

Banda Creme de PapayaFormada em 2010 a fim de espalhar energia positiva e alto astral a cada encontro, a banda carioca Creme de Papaya chega para inovar e tentar mudar o conceito “pejorativo” das bandas de Axé. Com uma pegada pulsante, forte influência roqueira e uma percussão bem temperada, a banda faz de cada show um momento inesquecível !!! 
Com um repertório autêntico, o CREME interpreta os grandes “hinos” e sucessos dos carnavais da Bahia e inova tocando versões do Pop, Rock e MPB, com uma identidade própria e diferenciada. 

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Banda Cravo e Canela

Publicado dia 29 Janeiro, 2010 0 Bandas de Axé

A banda Cravo e Canela formada por Anderson Dizzany têm 7 anos de estrada e experiência tendo assim feito à festa com mais de 200.000 pessoas, carnavais em Cidreira, Capão da Canoa, Tramandaí (esta no carnaval de 2004, 2007, 2008 e 2009), Reveillon de Imbé (2007 e 2008), Reveillon de Garopaba 2010 dentre outras e diversos eventos. A banda é formada por músicos experientes e que trabalham com músicos conceituados em todo estado e no país, os músicos da banda já trabalharam com Luka, Nei Lisboa, Bebeto, Leci Brandão, Cleiton e Cledir, Arthur Maia, Oswaldo Montenegro; Enzo e Rodrigo, Papas da Língua dentre outros artistas renomados.

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Banda Batucaxé 100% Micareta

Publicado dia 13 Novembro, 2009 0 Bandas de Axé

A Banda Batucaxé foi fundade em outubro de 2005, um sonho realizado por seu fundador e mentor Willians Guedes e que hoje é integrado por 12 pessoas.

Cristianne – Vocalista Principal

Paulista de nascença, mas com sangue e voz bahiana. Cristyanne começou sua carreira aos 18 anos, cantando forró e apos quatro anos se apaixonou pelo axe music e começou a admirar o trabalho de Ivete Sangalo e ClaudiaLeite,Jamil,Chiclete,entre outros sendo inspirada no sucesso delas Cristyanne começou a desejar cantar aquele ritmo tão contagiante e tão brasileiro que decidiu ir em buscas do sonho,e aqui esta no BATUCAXÉ!

Seu timbre forte e sua presença de palco que agita e contagia a “galera” em suas MICARETA e dando brilho à música baiana. Auxiliada por seus Três eufóricos e alegres dançarinos de linha de frente e sua banda, levandro alegria e muito swing.

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Banda Bambakerê

Publicado dia 17 Março, 2008 0 Bandas de Axé

bambakereBAMBAKERÊ, que significa “dança remexida”, no dialeto africano Nagô Yorubá, é o nome da primeira banda de axé sediada no Rio de Janeiro. Fundada em 1996 por Alexandre Thai, a banda tem compromisso com a paz, a natureza, a alegria, a esperança e a espiritualidade, a estarem presentes nas letras das canções e nas atitudes de seus integrantes. Thai, que iniciou sua carreira aos 12 anos tocando violão, é músico autodidata, multi-instrumentista e compositor.

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Banda Chiclete com Banana

Publicado dia 02 Janeiro, 2008 0 Bandas de Axé

Com uma discografia de 25 discos, prêmios pelo Brasil e exterior, média de 130 shows por ano, 15 discos de ouro, 10 discos de platina e 1 DVD de platina, suas músicas se transformam em grandes sucessos nas rádios de todo Brasil e se imortalizam na voz de uma legião de fiéis seguidores que se denominam CHICLETEIROS, verdadeiros guerreiros da alegria.

Tudo começou nos tradicionais bailes de formatura, os embalos dos sábados e festanças pelo interior. A banda Scorpius começava sua trajetória, e desde aquela época causava curiosidade pelas suas apresentações muito originais. Era o prenúncio do que o futuro reservava para os rapazes Scorpianos: um novo estilo, um novo nome e uma gigantesca tribo de fervorosos fãs pelos quatro cantos do mundo onde o lema é a alegria e a felicidade.

Agrupados há mais de 26 anos, misturando vontade e audácia, viajaram por diversas influências musicais: Luiz Gonzaga, Moraes Moreira, Beatles, Carlos Santana, Novos Baianos, Rolling Stones. E numa ousadia baiana misturaram tudo. Por isso, Nildão, cartunista e artista gráfico, gritou em alto e bom som: “isso é uma louca mistura”. Aconselhou o grupo trocar o nome americanizado, Scorpius, para o tropical e sonoro CHICLETE COM BANANA.

O TRIO ELÉTRICO entrou na vida do grupo em 1980, partindo de uma idéia arquitetada por Bell Marques. Uma grande ousadia, pois os famosos trios daquela época, como Moraes Moreira, Armandinho, Dodô e Osmar, Tapajós, entre outros reinavam absolutos no carnaval da Bahia.

Os dias se seguiram, os anos se passaram e a trajetória do Chiclete com Banana tomava forma de história, fazendo com que cada ato servisse de aprendizado para os novos que surgiam. Evoluíram o trio elétrico, mudaram todo o seu sistema sonoro, em uma estratégia regida pelo Mixer Wilson Marques, que buscou colocar no trio a mesma sonoridade de um palco dos grandes concertos musicais, conseguindo esse objetivo com a utilização de equipamentos nunca antes usado e a mudança total da localização da banda, que antes ficava dividida, percussão em baixo, e vocalista e instrumentos de harmonia em cima.

PRIMEIRO DISCO: Convidados pelo produtor musical Pedrinho da Luz, guitarrista do Conjunto The Fevers, viajaram para o Rio de Janeiro para gravar o primeiro disco que levou o nome de TRAZ OS MONTES, o horizonte sinalizava uma carreira seqüenciada de sucessos.

Várias primaveras, outonos e invernos, mas o verão se fez presente como a estação da alegria e ali estava o Chiclete inovando sempre e carregando na bagagem o lema de “Não cantar para anjos nem para museus, e sim para um povo que existe e precisa viver”.

BLOCO TRAZ OS MONTES: formado por jovens estudantes da Barra, bairro nobre de Salvador, que acreditaram na proposta de Bell Marques e em 1980 contrataram a banda para tocar no seu trio e puxar o bloco pelas avenidas de Salvador. O sucesso realizado pelo Chiclete no Traz os Montes foi o ponta-pé inicial na trajetória vencedora do grupo.

BLOCO TRAZ A MASSA: O Carnaval da Bahia é assim: brincam ricos e pobres, misturam-se religiões com os mais diversos segmentos sociais mas a folia é a mesma. O Traz a Massa, um bloco mais popular porém rico em energia, e lá estava o Chiclete levando sua música e sua alegria pelas ruas centrais de Salvador.

OS INTERNACIONAIS: um dos mais tradicionais do carnaval baiano, no inicio só homens podiam desfilar no bloco. Fantasias e alegorias faziam parte da história do INTER, no sábado e segunda abandonavam a fantasia e de mortalha dividiam a alegria com esposas, namoradas e paqueras no Bloco EU E ELA. E lá no alto do trio, o Chiclete com Banana comandava a folia. SÃO VINTE CINCO ANOS DE PAZ DO BLOCO OS INTERNACIONAIS.

BLOCOS ATUAIS:

OLHA O CAMALEÃO AÍ GENTE: Depois de namorar tantos blocos, finalmente o casamento. Chiclete e Camaleão. Atualmente o bloco de maior prestígio, o mais procurado e o mais amado. Sua marca a patinha do Camaleão, atravessou fronteiras e o Brasil descobriu o carnaval da Bahia. E onde esta o Chiclete? Lá em cima do trio cantando para baianos e turistas que invadem o espaço camaleônico para brincar, paquerar, beijar e por fim gritarem: “EU SOU CAMALEÃO SOU SEU AMOR”.

NANA BANANA: Chamado carinhosamente de NANA. A afirmação mais ouvida nos dias próximos ao carnaval é: “EU VOU NO NANA” e todo mundo vai. Jovens bonitos, alegres e travessos, tendo o pôr-do-sol como testemunha invadem a avenida principal da Barra em direção a Ondina. Um colorido deslumbrante, um momento mágico e único, quando os primeiros acordes do Chiclete são ouvidos anunciando que o carnaval começa naquele momento e que não existe mais espaço para tristeza.

OH!!! OH!! NANAÊ VEM BANANEAR. Ele invadiu o Brasil. Aracaju, Belém, Brasília, Fortaleza, Goiânia João Pessoa, Maceió, Natal, Recife, Ribeirão Preto, São Luiz, Teresina, Uberaba e Vitória do Espírito Santo. Todos se renderam a alegria contagiante do Nana Banana.

VÔA-VÔA: o caçula dos blocos que o Chiclete toca no carnaval, surgiu de mais uma idéia mirabolante de Bell Marques.
“O Carnaval esta acabando cedo para o Chiclete, vamos fazer um bloco para encerrar o carnaval.” Disse Bell. E assim surgiu o VÔA-VÔA. Depois de cinco dias de folia seus associados estão lá, INTEIROS, parecendo que a festa está apenas começando e o Chiclete lá, harmonizando os últimos acordes da folia baiana, chegando em ondina e sendo recebido pelo sol que acorda mais cedo para desejar aos associados um bom retorno para casa. VÔA-VÔA!

SIRIGÜELLA, Lá na terra do sol, Fortaleza são 14 anos de alegria e cumplicidade com o melhor bloco do Fortal. O SPAZZIO, na cidade do Forró, é só alegria na Micarande. MASSICAS foi o melhor tempo de Vitória da Conquista, êta frio gostoso daquela cidade, mas a temperatura esquentava logo na saída do bloco.
E o Chiclete sempre voando de cidade para cidade levando na sua bagagem a alegria necessária para agitar a galera.

TRIO REX, como é carinhosamente chamado, é o trio onde o Chiclete se apresenta, um trio especial e vencedor. Oito anos eleito o melhor do carnaval. Wilson Marques, líder absoluto, onde rege uma orquestra de técnicos que colocam em funcionamento o TIRANOSSAURO REX, conhecido como o “Predador da Tristeza”. Equipado com camarim totalmente refrigerado, sistema sonoro frontal móvel conforme a direção do caminhão, plataformas laterais hidráulicas e outros equipamentos sofisticadíssimos que fazem o REX ser um destaque no carnaval.

VIAGENS PARA EXTERIOR:
Tendo a alegria como bagagem, O Chiclete atravessou fronteiras e partiu para outros países mostrando o swing e a fusão dos ritmos baianos. As primeiras viagens foram para a Europa: Espanha, festa de San Izidro em Madri, França: Paris e Deuxville, Alemanha, numa excursão por oito cidades que foi repetida no ano seguinte, Chegou então a vez da América do Norte: Miami (Miami beach, primeiro trio na terra do tio Sam, NY (Brazillian Day). Na América do Sul, o Chiclete foi para a Argentina comemorar os 500 anos da descoberta da América.

Em 2006, volta aos Estados Unidos em uma excursão de grande sucesso e repercussão, que lhe rendeu o PRESS AWARD 2007, na categoria , Outstanding Brazilian Music US Tour – AXÉ (Destaque Tournê U.S. de Show Brasileiro – AXÉ).

Em 2007 a alegria continua. Shows, Discos, Músicas novas, sucessos e prêmios. E a cada dia crescendo a legião que vai “atrás do caminhão”, porque quem é Chicleteiro Deus abençoa e quem não é Deus perdoa.

Esse é um pequeno resumo da trajetória do Chiclete com Banana, pequeno sim, porque se tudo fosse contado aqui teríamos que expandir o Hard Disk do computador. Site: Chiclete com Banana