Anuncie Aqui Anuncie Aqui Anuncie Aqui Anuncie Aqui Anuncie Aqui Anuncie Aqui Brilha Sinos Anuncie Aqui Anuncie Aqui Anuncie Aqui Anuncie Aqui Anuncie Aqui Anuncie Aqui Anuncie Aqui Anuncie Aqui Anuncie Aqui Anuncie Aqui Anuncie Aqui Anuncie Aqui Anuncie Aqui Anuncie Aqui Anuncie Aqui Anuncie Aqui Anuncie Aqui Anuncie Aqui Anuncie Aqui Anuncie Aqui Anuncie Aqui Anuncie Aqui Anuncie Aqui Anuncie Aqui Anuncie Aqui Anuncie Aqui Anuncie Aqui Anuncie Aqui Anuncie Aqui Anuncie Aqui Anuncie Aqui Anuncie Aqui Anuncie Aqui Anuncie Aqui

Decisão de vacinar homens contra rubéola corrige erro que provocou surtos, diz médico

Publicado por MidiaSis na Categoria - Noticias - Dia05 Jul 2008 As 9:05pm

Rio de Janeiro – A decisão do governo brasileiro de incluir os homens na campanha de vacinação contra a rubéola corrige um erro que poderia ter evitado o surto da doença verificado no país nos últimos anos. A avaliação é do médico gaúcho Ciro de Quadros, vice-presidente do Albert B. Sabin Vaccine Institute, em Washington, nos Estados Unidos, que realiza pesquisas e desenvolve programas de imunização no mundo. Segundo Quadros, o Brasil era um dos poucos países, ao lado do Chile, que concentrava esforços para imunizar apenas nas mulheres.

“O enfoque inicial [do governo] era proteger as mulheres antes de engravidarem, para evitar que transmitissem a doença aos fetos, que nasceriam com a Síndrome de Rubéola Congênita. Isso resolveu o problema temporariamente, mas como o vírus da rubéola continua circulando na população principalmente masculina, em qualquer momento em que as mulheres não estejam vacinadas os homens transmitem a rubéola e, de novo, temos a síndrome”, afirmou ele em entrevista por telefone, à Agência Brasil.

O especialista considera fundamental imunizar toda a população como medida fundamental para interromper a circulação do vírus. “Caso contrário, os homens acabam sendo reservatórios do vírus”, disse.

Ele lembrou o caráter pioneiro das campanhas de vacinação em massa desenvolvidas no Brasil a partir da década de 80, inicialmente contra a poliomielite. Quadros acredita que, alcançada a erradicação da doença no país e no continente, a iniciativa vai servir de modelo para outros países do mundo.

De acordo com o Ministério da Saúde, durante a campanha deste ano o Brasil vai receber observadores de países como China, Índia, Líbano e de nações européias, interessados em aprender as estratégias utilizadas para a vacinação em massa.

“A rubéola existe em todo o mundo. A boa notícia é que a região das Américas resolveu erradicar a doença e certamente o resto do mundo vai se interessar em fazer o mesmo”, afirmou.

A campanha de vacinação contra a rubéola será lançada em 9 de agosto e pretende vacinar aproximadamente 70 milhões de pessoas durante cinco semanas.

Para garantir a meta de imunização foi montado um comitê de mobilização, que conta com apoio de aproximadamente 200 entidades, entre empresas públicas e privadas de diversos setores, universidades, associações da sociedade civil entre outros. A iniciativa também vai contar com inserções publicitárias em TVs, rádios e jornais. O governo federal está investindo, pelo menos R$ 10 milhões na divulgação da campanha. O total de recursos federais é de R$ 220 milhões.

A ação está prevista no compromisso firmado pelos países das Américas durante a 44ª Reunião do Conselho Diretor da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) de eliminar até 2010 a rubéola e a síndrome da rubéola congênita. Fonte: Thais Leitão Repórter da Agência Brasil

Anúncio provido pelo BuscaPé

0 comments

Artigos Relacionados

Comentários